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Marinha garante reforço de presença nos Açores
INSERIDO EM 2018/06/08

O Chefe do Estado-Maior da Armada garantiu esta quinta-feira ter o objetivo de reforçar a presença de meios da Marinha nos Açores, acrescentando que, até haver mais navios, esse reforço será feito através de "um dispositivo mais flutuante". 

Os Açores serão um dos locais onde haverá sempre dois navios. E, logo que a Marinha tenha essa possibilidade, mesmo que ainda não estejam os dez [navios] construídos, esse será um objetivo de reforçar a presença na região. E, enquanto isto não acontecer, a Marinha vai ter um dispositivo mais flutuante que reforçará de forma aleatória e imprevisível os meios que tem” no arquipélago, afirmou o Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional, António Mendes Calado.

O Chefe do Estado-Maior da Armada falava aos jornalistas, em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, após uma audiência com o presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro.

Atualmente, e segundo explicou, um dos dois navios "ainda não está em permanência", já que reforça sazonalmente o dispositivo na região, mas a Marinha tem "em curso o processo de aquisição de mais um dos navios patrulha oceânicos que vai ser entregue no próximo dia 06 de julho".

"Um quarto navio chegará à Marinha em janeiro e estamos em processo negocial e à espera de decisão política para um contrato de construção de mais seis navios destes de forma a completar os dez, aprovados pela tutela e pelo Governo" da República, referiu ainda.

Mendes Calado salientou que, logo que a Marinha tenha mais aqueles meios, "os Açores serão um dos locais onde haverá sempre dois navios".

Mas, "mesmo que ainda não estejam os dez construídos, esse será um objetivo do atual Chefe de Estado Maior da Armada de reforçar a presença da Marinha nos Açores" com "um dispositivo mais flutuante que reforçará de forma aleatória e imprevisível os meios para gerar maior capacidade de proteção" e "ser mais dissuasora de atividades” que se pretende que não se desenvolvam.

O Chefe do Estado-Maior da Armada assegurou, no entanto, que "não há nenhuma mensagem de preocupação", mas sim de "cautela".

Mendes Calado salientou ainda que a importância da posição do arquipélago, no meio do Oceano Atlântico, "o que representa muito para a Marinha em termos não só de proteção deste espaço no futuro, mas também de conhecimento científico”.

"Temos tido um reforço da presença dos nossos navios científicos nos mares dos Açores no sentido de conhecermos melhor a nossa plataforma continental na zona da região", frisou.

O presidente do Governo dos Açores referiu que "os açorianos habituaram-se a ver nas Forças Armadas, sobretudo em horas de maior angústia, um elemento precioso de ajuda, auxílio em qualquer um dos ramos e também na Marinha".

"Se há área em que o contributo que os Açores trazem ao país é mais evidente e de forma mais direta e imediata é nesta questão do mar e na projeção que dão a Portugal e o processo de extensão da Plataforma Continental é mais um exemplo a somar a muitos outros", considerou também Vasco Cordeiro, que destacou o trabalho que tem sido feito pela Marinha na região, incluindo no "fortalecimento" do conhecimento científico na área do mar.

Sem esse conhecimento, disse ainda o chefe do executivo açoriano, "torna-se mais difícil poder delinear opções, estratégias e objetivos" e "essa é uma boa abordagem em relação aos desafios que estamos confrontados nesse domínio".

Fonte : Açoriano Oriental
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