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Agricultores dos Açores utilizam poucos produtos fitofarmacêuticos
INSERIDO EM 2018/07/04

Os agricultores dos Açores utilizam produtos fitofarmacêuticos em baixa quantidade, de acordo com um estudo realizado pela Universidade dos Açores, mas os investigadores defendem a necessidade de continuar a apostar em ações de sensibilização. 

 

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“Em todas as amostras que foram recolhidas muito poucas ou quase nenhumas têm resíduos nas produções locais e quando aparecem é sempre abaixo do limite máximo de resíduos permitido”, adiantou, em declarações aos jornalistas, o investigador da Universidade dos Açores David Horta Lopes.

O docente falava, em declarações aos jornalistas, à margem do arranque das Jornadas sobre Agricultura Sustentável e Segurança Alimentar na Macaronésia, que decorrem em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, no âmbito do projeto Pervemac II, que junta Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.

Segundo David Horta Lopes, os Açores apresentam valores baixos de utilização de produtos fitofarmacêuticos, sobretudo em comparação com Madeira e Canárias.

“Nós fizemos um conjunto de amostragens ao longo dos últimos dois anos, em que vamos mostrar que efetivamente há alguma segurança alimentar. As pessoas podem consumir de preferência produtos locais e, portanto, isso pode ser uma forma de alavancar e promover a produção local”, salientou.

O investigador da Universidade dos Açores defendeu, no entanto, que ainda é possível reduzir a aplicação de produtos fitofarmacêuticos e, por isso, o projeto aposta na formação de agricultores.

“O objetivo é promover novas práticas, mostrar que existem outras técnicas de combate aos problemas e às doenças das culturas, que podem ser utilizadas com grande benefício em termos do ambiente e da segurança alimentar dos consumidores”, frisou.

Também o secretário regional da Agricultura e Florestas, João Ponte, que participou na abertura das jornadas, sublinhou a importância da sensibilização dos agricultores para as boas práticas ambientais.

“O Governo [Regional] promoveu nos últimos dois anos mais de 250 ações de formação, que abrangeram 2.600 formandos, agricultores e pessoas que de alguma forma estão ligadas à terra e fazem produção de produtos hortícolas ou fruta, o que permitiu mais de 4.000 horas de formação. Estamos a falar de um investimento superior a 250 mil euros”, adiantou.

O governante realçou que os resultados das análises feitas no âmbito do projeto Pervemac II apontam para uma presença de resíduos nos produtos hortícolas “residual”, mas considerou, ainda assim, que “importa cada vez mais sensibilizar os agricultores para a boa utilização de produtos fitofarmacêuticos".

“A estratégia para a agricultura biológica insere-se nesta estratégia global de redução de produtos fitofarmacêuticos na agricultura, o que naturalmente terá um contributo muito significativo nos próximos anos”, apontou, acrescentando que o documento deverá ser aprovado “em breve”.

Fonte : Açoriano Oriental
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