Perante 12 deputados europeus, pertencentes a vários grupos políticos, eleitos por vários estados membro, a ZEE açoriana foi um dos temas em abordados, caracterização da frota açorianas e as pescarias na Região. Foi igualmente abordado a cadeia de valor do pescado açoriano e a sua indústria transformadora de atum, a sustentabilidade da pesca nos Açores.

 

De acordo com nota da Federação das Pescas dos Açores, Gualberto Rita, apresentou ainda, algumas medidas que têm melhorado a gestão estratégica da Pesca nos Açores, respetivamente, a implementação de tamanhos mínimos de captura, a limitação de licenças a determinadas artes de pesca, o encerramento temporário da captura, em determinadas áreas e espécies, a eliminação do uso do arrasto de fundo e das redes de emalhar de grande profundidade e a gestão da quota do goraz por trimestre, que tem permitido que os rendimentos dos pescadores açorianos sejam mais constantes ao longo do ano, garantindo também, que ainda existe quota disponível no final de cada ano, altura em que esta espécie é mais valorizada pelo mercado de exportação.

 

Neste sentido, o presidente da FPA traçou como objetivos futuros: uma discriminação positiva das quotas aplicadas nos Açores, uma avaliação assertiva da frota açoriana, baseada na arqueação ou no número de embarcações, melhores incentivos à modernização e investimentos a bordo, bem como um POSEI autónomo e menos burocrático.